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I Bienal de Artes se encerra com samba e reafirma Belém como polo cultural

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O encerramento da I Bienal de Artes de Belém levou muito samba para a Aldeia Cabana David Miguel, na noite deste domingo, 25. A cantora Teresa Cristina foi a atração principal da última noite da programação cultural, que levou arte a mais de 30 pontos do município.

Agremiações – A noite do pandeiro, violão e tamborim iniciou com um cortejo das escolas de samba dos grupos 2 e 3. No palco, as 10 agremiações do grupo 1 do Carnaval de Belém apresentaram o enredo das escolas para o desfile carnavalesco de 2023, na seguinte ordem: Xodó da Nega (Cremação); Matinha, (Fátima); Quem São Eles (Umarizal); Deixa Falar (Cidade Velha); Os Colibris (Maracangalha); Embaixada de Samba do Império Pedreirense (Pedreira); Acadêmicos da Pedreira (Pedreira); Piratas da Batucada (Pedreira); Bole Bole (Guamá); Rancho Não Posso me Amofiná (Jurunas).

O estudante Lucas Nogueira, de 19 anos, foi especialmente para assistir o show da cantora Tereza Cristina. O jovem ressaltou a importância da Prefeitura de Belém voltar com os shows na Aldeia. “Vim ver a Tereza Cristina. É uma forma muito maravilhosa da Prefeitura de Belém nos presentear com esse evento, que é muito bonito de se ver”.

Uma das atrações do Palco Âncora foi Bill e Banda, que tocou sucessos do grupo Fundo de Quintal e de Zeca Pagodinho.

O prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues,  acompanhou toda a programação e fez um balanço dos seis dias de Bienal, que movimentou mais de 30 pontos culturais na cidade.

Futuro – “Nós tivemos todas as manifestações da cultura popular. Nossos festivais são um investimento no futuro, porque arte é bálsamo para alma, é apostar no amor à vida e à liberdade. Para isso que serve um governo como nosso, para mudar mentes, mudar corações. Viva a Bienal das Artes”.

O Coletivo Tem Mulher na Roda de Samba também se apresentou. Em seguida, a cantora Teresa Cristina interpretou diversos sucessos e levou o público ao delírio.

Onde está o público -“Eu recebi muito carinho em Belém, quando cheguei no camarim tinha uma imagem de Nossa Senhora de Nazaré e artesanato local. Espero que seja um lugar que eu possa voltar. Nós, artistas, precisamos estar onde está o nosso público”, comentou a sambista.

A última atração à entrar no palco foi Xaxá e Banda, encerrando a programação da I Bienal de Artes de Belém.

Segundo o presidente da Fundação Cultural de Belém (Fumbel), Michel Pinho, o saldo da Bienal é positivo. “A Bienal é uma grande festa, tivemos grandes oficinas, oficinas para crianças, oficinas de teatro e dança, e hoje termina com samba, termina com carnaval, a Aldeia Cabana está lotada, e um espaço que foi projetado para o carnaval”, declarou o presidente da Fumbel.

Projeto fundamental – “É uma conversa entre a cidade e a nossa história, entre a cidade e a valorização do que a gente produz. Eu estou muito feliz como secretário de cultura de Belém fazer com que as pessoas passem a ver a Bienal como um projeto de estado, como algo que é fundamental para a gente produzir, pensar e viver a cultura de Belém”, finalizou.

Fonte: Agência Belém


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Wesley Lima

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre atualidades culturais, sócio-políticas e econômicas da região.

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