fbpx
OpiniãoPolítica

URGENTE: Bolsonaro e General Heleno em coletiva sobre inserções e Alexandre de Moraes. Veja também: O inimigo silencioso do Capitão, além das fraudes e da própria esquerda | A fonte REAL de onde pode vir socorro, solução e vitória

Compartilhar

Ao final, coletiva do Presidente da República, ao lado do General Heleno, sobre inserções – peças publicitárias de campanha – contratadas porém não praticadas nas rádios do país.

A esquerda é chamada por ordens superiores, está treinada a votar, acostumada a se aglutinar. A esquerda nunca perde a oportunidade de votar; a esquerda vota SEMPRE; o que nos leva à conclusão de que o BAN é formado por gente de direita, e que se conseguirmos levar um (do BAN) a votar, esse voto será da direita (pois o da esquerda já é líquido e certo).

Coronel Enio Fontenelle – Exército Brasileiro – FFAA

Para quem pensava que a Justiça fosse “justa”, neutra, isenta, imparcial, límpida, ela mostra escancaradamente que está muito longe de ser direita!

•Δαn βεrg•
Coronel Enio Fontenelle – Exército Brasileiro – FFAA

DIREITO CONSTITUCIONAL – PERGUNTAS SINCERAS PARA RESPOSTAS HONESTAS:

1QUANDO você tem um povo que dá ouvidos à qualquer liderança, que cobra questões legais do Executivo, que obedece leis, mas esse mesmo povo não faz movimentos na mesma proporção, volume e intensidade para cobrar do Legislativo, seus deputados e senadores ELEITOS, responsáveis por fazer as leis, havendo uma injustiça e diante do Judiciário corrupto, ENTÃO, a quem se deve recorrer?

2SE os Três Poderes, Executivo, Legislativo e Judiciário estão em pé igualdade legal e constitucional (não prática); SE a Constituição Federal, em seu art. 142 diz que as FFAA são constituídas para garantir os poderes constitucionais, não para derrubá-los; em seu art. 52 diz que o STF é questão privativa do Senado; em seu art. 124 diz que o STM existe para processar e julgar crimes militares; em seu art. 1º diz que todo poder emana do povo, QUE O EXERCE POR MEIO DE SEUS REPRESENTANTES ELEITOS (VOTO); SE um juiz corrupto é colocado no posto legitimamente por alguma autoridade ELEITA, de quem é a responsabilidade por esses ELEITOS?

3SE a lei possui falhas, ou SE é descumprida, inadequada e se favorece invasão e desequilíbrio entre os poderes, quem foi ELEITO para editar leis?

4 – Quem é responsável por esses ELEITOS e a quem o povo deve direcionar protestos para mudança de leis, a fim de que Executivo e Judiciário sirvam adequadamente à nação?

5 – Percebe o quanto o LEGISLATIVO, por meio dos DEPUTADOS e SENADORES, e POVO QUE OS ELEGEU, sempre ficam fora dessas discussões, responsabilizações e nunca são colocados como alvos dos protestos?

6 – Por qual motivo líderes de movimentos não conduzem o povo a direcionar protestos no guichê correto, para aqueles que são os responsáveis pelas leis, deputados e senadores?

7 – Seria, talvez, porque esses senhores e políticos são os cabeças – maestros – com a batuta sobre movimentos, transferindo ao Executivo, Presidente da República e Forças Armadas aquilo que é da responsabilidade deles próprios, ou seja, os ocupantes do Legislativo e que foram ELEITOS pelo POVO para editar LEIS?

8SISTEMA. Culpar o sistema é fácil, não é? Clichês e frases feitas. Mas e quanto à sua parte no tocante ao VOTO e à parte que compete aos legisladores, ELEITOS legitimamente pelo povo, responsáveis por leis que alimentam e dão manutenção ao SISTEMA do qual você tanto reclama?

9 – Sem tergiversar, que tal falar disso antes de reivindicar soluções mágicas do Presidente da República e Forçar Armadas?

10 – Responda sem narrativas ou discursos, mas com base no que diz a lei, ou, caso você não concorde com as leis, cobre a responsabilidade de quem as faz, ELEITOS PELO POVO. Ou não é isso?

Aprendamos entregar a petição e protesto no guichê certo, sem transferir responsabilidades, seja de quem faz as leis ou de quem vota em quem as faz.

•Δαn βεrg•

Está comprovada a diferenciação – o tratamento dispensado ao outro candidato […] e isso obviamente interfere na quantidade de votos no final da linha

Jair Bolsonaro, sobre inserções de campanha contratadas e não praticadas em rádios por todo o país

COMO FORMIGUINHAS, QUE ISSO FAÇA TODA A DIFERENÇA!

Os verdadeiros números de Bolsonaro

Sem infringir legislação de proibição e falcatruas de pesquisas de opinião, USAREMOS OS NÚMEROS DO PRÓPRIO TSE para provar onde está o problema e possibilidade de vitória.

22-10-22

A maior live da história poderá trazer mais de 22 horas para se pensar naquilo que realmente fará toda a diferença!

Acompanhe o raciocínio durante todo o artigo.

Recomendamos: Após ver todo este artigo, existe atualização de outra matéria do mesmo autor para você degustar: clique aqui.

COM OU SEM FRAUDES, OBSERVE DE QUE FORMA É POSSÍVEL A VITÓRIA OU DERROTA, USANDO OS NÚMEROS DO PRÓPRIO TSE!

Sem infringir legislação de proibição e falcatruas de pesquisas de opinião, USAREMOS OS NÚMEROS DO PRÓPRIO TSE para provar a REALIDADE de vitória ou derrota de Bolsonaro, DEPENDENDO DO COMPORTAMENTO DO POVO.

CAIR NA REAL, VIRAR E VENCER O JOGO COM HONRA, E DE MODO LIMPO, NÃO TEM PREÇO, PRINCIPALMENTE QUANDO É POSSÍVEL E DEPENDE TAMBÉM DE NÓS: A ALEGRIA É AINDA MAIOR!

Note que o arrazoado aqui não trata de questões de Forças Armadas ou intervenção de qualquer natureza. O artigo trata de números que mostram o comportamento do povo, que quer isentar-se de responsabilidades, mas que depois pretende protestar contra fraudes ou reclamar ações mágicas do Presidente da República ou Forças Armadas.

Aqui veremos quais são os resultados, conforme o voto ou ausência dele e onde está (de fato) o maior inimigo do povo nas urnas, independentemente da questão fraude ou não. Com fraude, o problema se amplia, mas não elimina o inimigo que veremos nesta matéria.

Acompanhe o raciocínio durante todo o artigo.

Dizem que Bolsonaro teve X votos e Y% das urnas. Será?

Veja os números oficiais para ter outra perspectiva, sem manipular dados, usando apenas a matemática.

Você acha que são 51.072.345 de votos no primeiro turno de 2022? Tem certeza?

Os registros oficiais aqui contidos servem para que o eleitor tenha conhecimento e faça a leitura que bem bem lhe aprouver, ciente dos números e fatos.

Cumpre lembrar que as eleições do Chile, Colômbia e inúmeros outros lugares deu-se por abstenção, independentemente de fraude. Nem se cogite falar em fraude quando a pessoa (população) que não foi votar.

Quando nossa luta é com o mal, não podemos dourar a pílula, brincar de casinha, nos alimentar de futricas ou mudar o foco. Tolerância zero para quem abre o portão do acampamento ao inimigo. É seu neto que está em jogo.

•Δαn βεrg•

Amplie para ler o conteúdo das imagens.

Fonte: TSE | Edited & Designed: •Δαn βεrg•

ANÁLISE DOS NÚMEROS

  1. Os resultados são assustadores no quesito perfil dos verdadeiros responsáveis.
  2. Ao mesmo tempo servem como diagnóstico útil para solução (medicamento social e político para cada cidadão) e mudanças de comportamentos urgentes.
  3. No 2º turno, o PT conquistou novos 15,7 milhões de votos, enquanto Bolsonaro, apenas 8,5 milhões, praticamente metade.
  4. Se somarmos os votos aumentados no 2º turno para ambos os candidatos, 8.520.857 (Bolsonaro) + 15.698.901 (PT), temos 24.219.758. Até aqui nada aparentemente significante. Acompanhe o raciocínio:
  5. Nesse mesmo 2º turno, o número de BAN (Brancos, Abstenções e Nulos) aumentou em 2.211.996. Até aqui, também, nada aparentemente significante.
  6. Ocorre que se você somar os novos votos de Bolsonaro + Haddad (24.219.758) mais o aumento de BAN (2.211.996), temos 26.431.754. Mas o que isso significa? Uma coisa assustadora! Continue acompanhando:
  7. Se pegarmos a soma de todos os votos dos candidatos do 3º lugar em diante, que foram desclassificados no 1º turno, temos o número de 26.431.678 votos, menos 26.431.754 dos novos votos de Bolsonaro + PT + aumento de BAN = 76 eleitores!
  8. Ou seja, absolutamente todos os eleitores dos candidatos do 3º lugar em diante, migraram o voto para Bolsonaro ou Haddad, exceto 76 pessoas!
  9. Afinal, BAN (Brancos, Abstenções e Nulos) não apenas manteve-se o mesmo, como foi aumentado, de 40.254.406 para 42.466.402 (aumento de 2.211.996).
  10. Se aumentou o número de BAN (Brancos, Abstenções e Nulos), significa que não votaram em ninguém no 2º turno. Mantiveram a abstenção ou anulação do voto!
  11. Dentro do universo de votos de cada candidato, o BAN (42.466.402 votos desperdiçados), representa 73,47% no montante dos 57.797.847 eleitores de Bolsonaro, e 90,28% sobre o total de eleitores de Haddad.
  12. Aos que pensaram comemorar os absurdos 90,28% do que representou os BAN para Haddad, lembre-se de que matematicamente o que tem menos votos sofre maior impacto do BAN. Em 2022, Bolsonaro está com menos votos que o PT, portanto ele e brasileiros serão os maiores prejudicados se não houver mudança de atitude dos BAN.
  13. Para 2022, o BAN é ainda mais decisivo, uma vez que quanto menor o número de votos distribuídos a outros candidatos (3º em diante = 26.431.678) maior o impacto do BAN no resultado. Acompanhe o raciocínio:
  14. Em 2018, o BAN (42.466.402) fez muita diferença tanto a Bolsonaro (73,47%) quanto a Haddad (90,28%), para o montante de 26.431.678 votos que foram redistribuídos dos outros candidatos (3º em diante) no segundo turno.

AQUI NÃO TRATAMOS DE ESPECULAÇÕES, MAS DE NÚMEROS, RESPONSABILIDADES E RESULTADOS!

Amplie para ler o conteúdo da imagem:

Fonte: TSE | Edited & Designed: •Δαn βεrg•
  1. Ocorre que em 2022, já contabilizado o 1º turno, o BAN é de 38.223.635, contra 9.897.870 dos demais candidatos, cujos votos certamente serão migrados para os dois candidatos no 2º turno (mas o BAN, não!). Portanto, compare: Em 2018, 26.431.678 votos (17,94%) foram reaproveitados aos dois candidatos no 2º turno, contra 42.466.402 (28,83%) de BAN a serem conquistados por ambos os presidenciáveis. E a realidade de hoje? Vejamos:
  2. Em 2022, esse número é absurdamente diferente. Existem 9.897.870 votos (6,33%) que historicamente são aproveitados (dos candidatos do 3º lugar em diante) contra 38.223.635 (24,43%) de BAN jogados no lixo.
  3. Recapitulando: Votos aproveitáveis dos candidatos 3º em diante: 2018 existiam 26.431.678 (17,94%) contra 42.466.402 (28,83%) de votos inúteis (desperdiçados). Em 2022 existem (já comprovados) 9.897.870 (6,33%) de votos aproveitáveis, que se redistribuem aos candidatos no 2º turno, contra 38.223.635 (24,43%) de BAN, que comprovaram histórica e matematicamente, em sua grande maioria, manter a decisão de inutilizar o voto.
  4. Ou seja, em 2022 o impacto do BAN a ambos os candidatos fará uma diferença absurda, pois há menos votos reaproveitáveis dos desclassificados em 2022, 9.897.870 (6,33%), comparado a 2018, 26.431.678 votos (17,94%). Portanto, se há menos votos repassados dos candidatos eliminados, torna-se muito mais necessária e decisiva a parte do BAN, 38.223.635 (24,43%), da qual ambos os candidatos precisam desesperadamente.
  5. Há outro fator decisivo nesse mesmo campo dos eliminados. A grosso modo, os 26.431.678 votos foram distribuídos da seguinte maneira do 1º para o 2º turno de 2018: Bolsonaro recebeu mais   8.520.857 votos, que representa 32,24% dos eliminados, e Haddad foi favorecido com 15.698.901, portanto 59,39% dos candidatos do 3º lugar em diante. Se essa tendência numérica de porcentagem de aproveitamento dos votos dos candidatos eliminados se repetir no 2º turno de 2022, assim como a imutabilidade do BAN, teríamos o seguinte espelho:
    • Bolsonaro: 51.072.345 de votos do 1º turno + 32,24% (3.191.073) = 54.263.418 votos.
    • Lula:   57.259.504 de votos do 1º turno + 59,39% (5.878.345) =   63.137.849 votos.
    • Acima não foi aproveitado nenhum voto do BAN, mas apenas a mesma prática de distribuição dos eliminados conforme ocorreu do 1º para 2º turno de 2018. Em espelho, são esses os números!
    • Portanto, se a tendência de distribuição dos votos dos eliminados ocorre conforme acima, de onde devem surgir os números para MATEMATICAMENTE fazerem a diferença? Não seria exatamente a necessidade dos BAN? Afinal, os votos dos candidatos do 3º lugar em diante já provaram para onde vão, majoritariamente!
    • REITERE-SE, aqui não se trata de fraude ou especulações, mas de matemática e avaliação estatística do concretamente ocorrido em 2018 aplicado em 2022, para que o povo perceba de qual grupo (aptos a votar que desperdiçam o voto) esse número deve ser conquistado.
    • Qualquer coisa que mude esse foco não irá contribuir, pelo contrário, irá prejudicar.
  6. Considere a prova numérica de que os BAN não mudaram de decisão de desperdiçar o voto em 2018! Ninguém conscientiza ninguém. A pessoa só muda de opinião quando sente a responsabilidade, portanto ela mesma muda de decisão, não por “conscientizações” teóricas, mas por ser afetada na prática.       
  7. Isso significa no fato de que estamos nas mãos de irresponsáveis que desperdiçam o voto, seja ele branco, abstêmio ou nulo. E o povo colocando a culpa nos irmãos nordestinos, que tanto têm contribuído com o país, apesar de serem também vítimas de fraudes tanto quanto as demais regiões do país (o que é assunto para outro artigo).  
  8. Portanto, os votos conquistados por Bolsonaro e Haddad no 2º turno vieram exclusivamente dos eleitores dos outros candidatos (do 3º lugar em diante), mas não dos brancos, abstenções e nulos, EXCETO POR 76 PESSOAS, o que é inexpressivo frente ao BAN e aos totais dos próprios candidatos! E ISSO É ABISMAL!
  9. Nem Bolsonaro, nem o PT, conquistaram votos do BAN em 2018, pois todos os votos, conforme os números acima, são provenientes dos outros candidatos, cujos eleitores votaram no 1º turno e fizeram questão de também votar na 2ª rodada, cada qual redirecionando seus votos. O BAN aumentou, e manteve sua decisão intocável, estarrecedoramente branco, ausente e nulo!

LAUDO / CONCLUSÃO:

Sobre o presidente que foi eleito (e o próximo que será), seja ele bom ou ruim, trazendo prosperidade ou desgraça, a responsabilidade é totalmente dos senhores BAN – Brancos, Abstenções e Nulos, que fazem parte dos 42.466.402 de eleitores aptos a votar, em 2018, por deixarem de cumprir com seus deveres cívicos para com o Brasil, entregando a nação nas mãos daqueles que não anularam, não anulam e não anularão o voto.   

Aplicam-se a esses casos as máximas que seguem

Comete grande erro quem gasta neurônios, saliva, tempo e atenção sobre o inimigo. Esses já sabemos quem são e como agem. Eles são inimigos declarados, e muito fiéis em seus propósitos. Já sabemos como irão votar. Não deveríamos ter dúvidas sobre isso. Quem pratica esse desgaste acima é carregador de água ao mar ou “To carry coal to Newcastle”. Por outro lado, o verdadeiro e maior problema são os isentões (BAN – brancos, abstenções e nulos) que historicamente têm sido os responsáveis pelos resultados desastrosos ao país. É com esses que os verdadeiro patriotas, cristãos e conservadores de direita deveriam se preocupar e ocupar. E não se trata de teoria ou narrativa: Os números ao longo da história comprovam esse fato.                                                      

•Δαn βεrg•

Fraude? Como pode abrir a boca para falar de fraude alguém que ficou no sofá e não foi votar? Saiba que esse é exatamente o exemplo do Chile, Bolívia, Colômbia, Nicarágua, Argentina, Venezuela (há vinte anos). Depois não adianta fazer protestos e querer colocar fogo no país inteiro pretendendo resolver alguma coisa. Como vai reclamar de fraude alguém que sequer compareceu para votar? O ausente é o primeiro culpado por aquilo que é decidido, seja no condomínio, na igreja, no clube, na associação, no voto para mudar o país. Quem não compareceu para registrar seu voto jamais poderá reclamar das consequências. Infelizmente são esses os culpados pelas tragédias, não aqueles a quem chamamos “os do mal”. Esses já sabíamos o que fariam (e fazem). São culpados aqueles que poderiam e deveriam ter feito algo e não o fizeram. Que o exemplo da tragédia das nações vizinhas nos sejam suficiente lição, para não cometermos o mesmo erro, começando pelo voto. Depois, ah, o depois! O “depois” pode perdurar por uma geração, de pai para filho e neto, por mais de quarenta anos, ou séculos. Deus não vota, e Ele deixou isso para você fazer. É sua responsabilidade perante seus irmãos e a sociedade!                                                                                    

•Δαn βεrg•

Independentemente de quem seja o novo Chefe da Nação, você pertence ao grupo dos simples (ingênuos, ignorantes) ou prudentes (sábios)? Veja a seguir de que lado você está. A responsabilidade é sua!

O prudente percebe o perigo e busca refúgio; o inexperiente segue adiante e sofre as consequências. Você já observou um homem habilidoso em seu trabalho? Será promovido ao serviço real; não trabalhará para gente obscura.

Pv.22:3, 29 – NVI | Mishlei Shlomoh | מִשְלֵי | Provérbios de Salomão

Abaixo, mais informações e vídeos, inclusive do Coronel Ênio Fontenelle – Exército Brasileiro – FFAA, que já abordou exaustiva e ilustradamente o assunto.

NÃO DISCUTA COM A MATEMÁTICA: BUSQUE SOLUÇÕES!

FONTE: TSE


OS VERDADEIROS NÚMEROS DE BOLSONARO EXPRESSAM VITÓRIA ESMAGADORA NO PRIMEIRO TURNO

Recomendamos | Após ver todo este artigo, existe atualização de outra matéria do mesmo autor para você degustar: clique aqui.

AVISO: Novidade nas urnas! Ao votar, surgirá a frase no rodapé “CONFIRA O SEU VOTO”. Somente depois de alguns segundos surgirá o texto “Aperte a tecla CONFIRMA para CONFIRMAR seu este voto”. Ou seja, o eleitor irá confundir as palavras CONFIRA e CONFIRMA. Você mesmo, que aprecia ler, já deve ter confundido só durante esta leitura; imagine uma pessoa simples e nervosa no ato da votação! O que poderá acontecer se a pessoa clicar de forma errônea no intervalo de tempo entre CONFIRA e CONFIRMA? Quem garante? Se trata de pegadinha para causar confusão, anular votos e trazer prejuízo ao candidato favorito do eleitor? Quem garante? Se trata de algo totalmente estranho, implantado em tempo inoportuno, por motivos escusos, com pouquíssima divulgação e publicidade e que irá causar confusão? COM CERTEZA! Segue imagem de amostra das duas telas, na fração de segundos com as frases acima.

Simulador de voto TSE (não acesse antes de ler esta matéria até o final, tomando ciência dos fatos importantes que certamente irão impactar na eleição mais importante do Bicentenário do Brasil) – SIMULADOR DE URNA OFICIAL DO TSE – após ler até o fim, retorne e faça o teste: [clique aqui]

Em outra disposição visual:

Há especialistas em lacração política, mas nenhum que garanta a lacração dos códigos fonte das urnas.

•Δαn βεrg•

QUAIS SÃO OS VERDADEIROS NÚMEROS DE BOLSONARO, DESDE 2018, E O QUE ISSO TEM A VER COM A NOVA ORDEM MUNDIAL E ESTRATÉGIAS PARA 2022?

TAMBÉM NESTA MATÉRIA: A ARMA QUE IRÁ DEFINIR AS ELEIÇÕES – PALAVRA DO CORONEL DO EB – EXÉRCITO BRASILEIRO – FFAA, ENIO FONTENELLE: UM DOS MAIORES PROFESSORES DE GEOPOLÍTICA DO BRASIL E COM VASTÍSSIMO CURRÍCULO NO BRASIL E EXTERIOR, OEA E OTAN.

Legislações estapafúrdias e certas autoridades do Brasil determinam embaraços e limites para noticiários pela imprensa na semana da eleição, embora permitam a mentira veicular livremente em todo o tempo. Apesar desses senhores nada nos impedirá de apresentarmos as verdades e números ao povo, principalmente por este editorial ser de publicação a partir de Duna, Norway, portanto, da Noruega para todo o mundo, com propósito de esclarecer, trazer luz e verdade ao povo brasileiro.

Nesta matéria trabalharemos com números e fatos, cujas leituras, respostas, análises e opiniões deixamos para a liberdade de cada cidadão.

A verdade de um prisma que o povo não tinha (e a maioria ainda não tem).

Análise do quadro, mesmo sem o fator fraude, ou seja, a revisão dos números totais produz resultados diferentes, mesmo que as urnas estivessem totalmente preservadas. O jogo de números em si choca o bom patriota e observador.

O “isentão” é o primeiro culpado pelo decidido.

• Δαn ßεrg •

CIÊNCIA POLÍTICA E GEOPOLÍTICA – PARA O POVO ENTENDER E DECIDIR

Revelações comprometedoras.

  1. Você sabia que há um Cavalo de Troia mais perigoso do que possíveis fraudes nas urnas?
  2. Quais são os verdadeiros números de Bolsonaro em 2018? Tem certeza?
  3. Quais são os números de brancos, abstenções e nulos em 2018? Tem certeza?
  4. O que esses números têm a ver com a eleição de 02/10/2022?
  5. A quem interessa o BAN – Brancos, Abstenções e Nulos?
  6. O que isso tem a ver com a NOM – Nova Ordem Mundial?
  7. Se houver 99,99% de votos brancos e nulos, por exemplo, e apenas um eleitor for votar, a eleição é anulada ou cancelada?
  8. Como fica o art. 224 do Código Eleitoral sobre anulação das eleições conforme o número de votos válidos?
  9. Qual é o problema de não votar, nem realizar voto em trânsito, nem justificar, no Brasil?
  10. Qual é a diferença entre votos brancos, nulos e voto na legenda?
  11. Votos brancos e nulos vão para o candidato que está ganhando?
  12. Caso Daniel Silveira: Inquérito Inconstitucional – Elemento exemplar e que se tornou típico ao Brasil – Prisão e Anistia – Candidatura válida ou inválida? O que diz a legislação vigente?
  13. Qual é o perfil do eleitor brasileiro? Trouxemos a você documento com dados oficiais do TSE.
  14. O voto de protesto faz diferença aos demais candidatos? Para onde vão os votos brancos e nulos?

Veja com máxima atenção a matéria até o final, orientações, legislação, declarações, gráficos, vídeos e tenha resposta a essas e outras perguntas.

Todas essas questões certamente irão impactar nas eleições de 2022, que aponta para ser esmagadora no primeiro turno, e afetar a posição do Brasil perante o mundo.

Aqui não tratamos de opinião, no tocante se isso é bom ou ruim, mas apenas informarmos os fatos: No Brasil, segundo a legislação atual, o voto é obrigatório. Portanto, entre não comparecer às urnas ou votar, há diferença para o eleitor. Mas não se resume a ele, pois a conta é paga pelo país inteiro.

Os verdadeiros números de Bolsonaro em 2018 que serão refletidos em 2022

Branco, nulo ou abstenção interferem no resultado da eleição? Entenda no vídeo abaixo:

Crédito: no próprio vídeo

A seguir, impressionante declaração de impacto mundial! Veja em 01:50 (recomendável assistir inteiro) o que o Coronel do Exército Brasileiro – FFAA – diz sobre a acusação de Bolsonaro ser extremista. Os dados ignorados de 2018, se observados, interferem absurdamente para vitória no primeiro turno em 2022.

Coronel Enio Fontenelle – EB – Exército Brasileiro – FFAA | PUB 61 | Canal pessoal do autor

A ideia vendida de realização nova de eleição caso a nulidade atinja mais da metade dos votos, com base nesse artigo, é um engano de interpretação. Com o advento da urna eletrônica, essa nulidade não se refere aos votos da urna, mas, sim, da chapa que pode ser impugnada.

Quem julga se uma candidatura é válida ou não, é a Justiça Eleitoral. Os votos brancos, nulos e abstenções são dados descartados, ou seja, votos inválidos. Portanto, a contagem dos 50% para fins de anulação da eleição deixou de existir, uma vez que tais votos passaram a ser inválidos.

Porém, fazem diferença, obviamente, para os totais dos candidatos, quando os BAN – Brancos, Abstenções e Nulos – decidem votar e fazer a diferença para algum candidato.

Somos brindados com a assinatura do Coronel Enio Fontenelle – EB – Exército Brasileiro – FFAA – ao nos oferecer ensinamentos preciosos por meio de sua plataforma Desvendando a Geopolítica.

Coronel Fontenelle | Breve currículo:

  • Coronel QEMA (Quadro de Estado Maior), Reformado do Exército Brasileiro – FFAA, da Arma de Comunicações.
  • Escola de Comunicações do Exército, Curso de Comunicações.
  • Instrutor da Escola de Comunicações do Exército.
  • Curso Avançado de Comunicações, EUA – US Army Signal School, Communications Advanced Course.
  • Curso de Estado-Maior do Exército.
  • Revisão da Doutrina de Segurança de Comunicações do Exército.
  • Membro do Estado-Maior do Exército.
  • Representante do Brasil em Conferência de Comunicações da OEA.
  • Representante do Brasil em visita à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).
  • Professor de Segurança Nacional da Academia Nacional de Polícia do DPF.
  • Chefe de Telecomunicações e Eletrônica do SNI – Serviço Nacional de Informações.
  • Coordenador – planejou e implantou – da Segurança de Comunicações da ECO/92.
  • Especialista em Segurança Eletrônica e de Comunicações.
  • Escritor de vários livros: Brasil, Zona de Retaguarda | Zona de Retaguarda – Uma estratégia nuclear | UOBI, O Observador | UOBI, THE OBSERVER (English Edition) | UOBI e a Távola Redonda | Atentado a Itaipu | Espionagem em Zagoia | NADIA, uma última carta de amor | Decálogo de Honra | O que você precisa saber para derrotar a esquerda | Livro Projeto União do Bem – Volume II Natalidade | Nova-Nova Ordem Mundial e Brasil | Zona de Retaguarda e a Nova Ordem Mundial (colorido) | Zona de Retaguarda e a Nova Ordem Mundial | Nádia, Uma última carta de amor | Atentado à Itaipu | Espionagem em Zagoia | Zona de Retaguarda.

Desde os primórdios, terceira via é a prostituta das eleições, em que aquele que está perdendo paga pelos serviços da terceira via para arrancar votos do que esteja vencendo, ressalvadas as exceções! Não importa que tenha a mínima ou nenhuma chance, mas, sim, prestar o serviço para o qual o cliente paga, além de garantir visibilidade e autopromoção por seus patrocinadores. Os que não se enquadram nesse perfil não têm do que se ofender, uma vez que provarão serem diferentes, afinal, quem tem que provar algo são aqueles que se colocam voluntariamente como candidatos.

•Δαn βεrg•

CASO DANIEL SILVEIRA

Caso Daniel Silveira – Elemento exemplar e que se tornou típico ao Brasil – Prisão e Graça Presidencial – Candidatura válida ou inválida? O que diz a legislação vigente? Como isso está correlacionados à conjuntura da Geopolítica Internacional e NOM – Nova Ordem Mundial. Veja no impressionante vídeo a seguir.

Coronel Enio Fontenelle – EB – Exército Brasileiro – FFAA | PUB 61 | Vira News Podcast

Absurdamente, apenas em 28/07/2022 a Escola Judiciária Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (EJE/TSE) abriu inscrições (com início para 05/08/2022) para o curso Segurança e Auditoria nas Eleições Brasileiras. Foram disponibilizadas 500 vagas para qualquer cidadã ou cidadão (como se cidadão não abrangesse a totalidade de “cidadãos”) que se interesse pelo combate à desinformação e queira saber mais sobre o processo eleitoral (comprove: tre-pr.jus.br/comunicacao/noticias/2022/Julho/escola-judiciaria-do-tse-realiza-curso-gratuito-sobre-seguranca-e-auditoria-nas-eleicoes).

Ou há algo muito estranho, ou a notícia oficial da Escola Judiciária Eleitoral do TSE traz algo do tipo: Vamos lhes ensinar saltar de paraquedas, depois de alguns meses e às vésperas de tocar o solo lhes daremos curso de como abrir o paraquedas.

O curso será destinado a um público que inclui representantes de partidos políticos, parceiros (por que não grafaram também “parceiras”?) institucionais e interessados (por que não grafaram também “interessadas”?) de qualquer área da sociedade, além de magistradas e magistrados (agora, sim, mas faltou “magistrades”, servidoras e servidores da Justiça Eleitoral. O objetivo principal da qualificação é apresentar melhor compreensão do funcionamento e das camadas de segurança do sistema eletrônico de votação.

Polianna Santos – Assessora-chefe da Escola Judiciária Eleitoral – EJE/TSE

Visivelmente revoltados com o pedido de acompanhamento militar, autoridades se utilizam de toda a imprensa militante para deixar claro que já está disponível a quem quer que seja os totais para contagens paralelas.

É fato público e notório que partidos políticos, sindicatos, empresários, associações classistas, ONGs de todos os segmentos tiveram acesso aos códigos-fonte e programações antes das FFAA.

Além do tradicional “véu de noiva”, boletins de urna, que a lei determina serem disponibilizados de forma visível ao público em geral, no quadro de avisos principal de cada colégio eleitoral, para que qualquer pessoa anote os dados para cálculos, o TSE colocou à disposição também aplicativo específico para leitura do “QR code”, para que qualquer pessoa possa realizar a conferência dos BUs – Boletins de Urna, de uma seção, colégio eleitoral ou tantos quantos se queira, em paralelo à apuração e divulgação de resultados pelo TSE. Com isso, obviamente, colocaram as FFAA na condição de “qualquer um”.

É uma convocação de civismo: Diga não ao BAN! Os adeptos do BAN – Brancos, Abstenções e Nulos – é que podem socorrer e salvar o Brasil, ou afundá-lo de vez.

Coronel Enio Fontenelle – EB – Exército Brasileiro – FFAA | A quem interessa o BAN? Votos em Branco Abstenções e Votos Nulos

Em que pese todo o esclarecimento supra, o foco deste artigo não é exatamente esse, mas, sim, o BAN – conjunto de Brancos, Abstenções e Nulos, e como isso fez toda a diferença em 2018, assim como será fator decisivo em 2022. Quiçá, a partir desta matéria, os números sejam absurda e positivamente afetados. É o desejo deste editorial.

Os verdadeiros números de Bolsonaro em 2018 que afetarão 2022

Os gráficos e valores a seguir servem de utilidade pública, para que o eleitor tenha conhecimento e faça a leitura que quiser dos números e fatos.

Cumpre lembrar que as eleições do Chile, Colômbia e inúmeros outras nações deu-se principalmente por abstenção.

Os votos inúteis ao opositor também foram computados, ou seja, Bolsonaro pode ter de 57 para 87 milhões de votos úteis, mesmo sem mudar um sequer eleitor do oponente.

Veja como foram os números de 2018:

Veja como foram os números de 2018 com recálculo do BAN – Brancos, Nulos e Abstenções:

Veja como ficam os números de 2022, com aumento da população e número de eleitores (dados oficiais do TSE) com as mesmas proporções da última eleição, aproveitando o número do BAN – Brancos, Nulos e Abstenções:

A cilada do “voto impresso auditável” é clichê de quem não fez a lição de casa enquanto parlamentar; pelo menos não apresentaram comprovações de que tenham feito o suficiente na condição de quem foi eleito para editar leis.

Sem interpretações, em língua portuguesa “auditoria”, de onde flexionaram “auditável”, significa exame por amostra após algo ter se encerrado. É praxe ou não? Não depende de interpretação, é significado!

Quem usa desse expediente linguístico e tenta emplacar na mente do povo que “voto impresso auditável” é mais importante do que “contagem pública total dos votos impressos” enquadra-se na analogia de ludibriar o paciente dizendo-lhe que a necrópsia será boa o suficiente para substituir o tratamento precoce de qualquer doença, ou, a quem queira outra metáfora (dentre dezenas que teríamos), afirmar que a caixa preta da aeronave é boa o suficiente para substituir o checklist padrão de decolagem e voo.

Que isso sirva de lição para o povo sobre seus deputados idolatrados, sim, esses que vivem de selfies, surfando no que a imprensa midiática chama de bolsonarismo. Nada fizeram de concreto enquanto havia tempo, exceto discursos e tentativa de transferir a responsabilidade do voto impresso ao povo, quando era do alvitre deles alterarem leis. Afinal, foram eleitos para esse fazer e editar leis, ou não?

Se o sistema dificultou, pode até ser (fato que sim), isso jamais pode ser aceito como desculpa para não terem feito o que lhes compete. Não comprovaram atos concretos de haverem feito o suficiente, além de blá blá blá, narrativas e discursos de palanque. Agem como o frentista, dizendo que não conseguiu abastecer porque todos os veículos estavam jogando contra e com pneus descalibrados. E o povo engole essas falácias politiqueiras.

Uma vez que eles não se elegem pelo voto direto do eleitor, esses deputados, ressalvadas as exceções, se preocupam apenas com os palanques e puxadores de voto para formar o montante do pérfido coeficiente partidário, cujo cálculo no máximo um a cada mil brasileiros sabe fazer e concluir as mais de dezoito etapas e variáveis, do começo ao fim, hipérboles afora e verba à forra.

Enquanto isso, passaram o mandato jogando apenas com altercações, palestras e conferências de “voto impresso auditável”, confundindo o povo sobre a reivindicação correta que sempre deveria ter sido “contagem pública total dos votos impressos”. E assim foi, até que o prazo se expirou.

E ainda posaram (e posam) como “bons moços” fingindo terem feito tudo que era de suas competências (como deve ser aos eleitos para fazer e editar leis, ou não?).

Também tiveram a ousadia de propor consultas públicas, transferindo para as costas do povo coisas para as quais eles foram eleitos para resolver.

Infelizmente, boa parte do povo que engole esse espinho (mesmo exemplo secular de voto por água do São Francisco) ainda idolatra vários deles, reiterado, posando em selfies ao lado do presidente da república, como se tivessem sido brilhantes ou que a partir de agora o serão, como os mais incríveis recém-nascidos salvadores da pátria.

“Mea culpa”, nossa, enquanto povo, quando aceitamos qualquer discurso de deputados, incitando o povo a transferir para o Presidente da República ou FFAA as questões que juridicamente são pertinentes ao Legislativo, e que jamais foram do Executivo.

Culpa também temos quando acreditamos em qualquer coisa que circula por aí, de “libertadores da pátria”, e aceitamos (em vez de repudiar de imediato na raiz) figurões se colocando como líderes de movimentos e grupos trazendo ideias sem licitude, ou seja, atos ilícitos, à margem da lei, ou seja, marginais!

Muitos ainda por cima querem associar o Presidente da República e FFAA a atos fora das 4 linhas. Antes de evoluir com batedores de boca sobre aquilo que desconhecem, diga que só irá prosseguir a conversa se apresentarem fatos na lei, sem mudar para discursos ou ofensas pessoais.

Exija que mantenham o foco nos fatos e legalidades, não em questões pessoais.

Este texto não é dirigido a ninguém em específico, pelo contrário, compete ao leitor observar e enxergar quem se enquadre ou não nesse perfil. Certamente os nobres representantes do povo se comportarão de forma a se distanciarem ao máximo de tais aberrações.

Somente prossiga se a pessoa se pautar com essa coerência, e admitir:

  1. Que as FFAA existem para garantir poderes constitucionais, não para derrubá-los (art.142 da Constituição Federal);
  2. Que STF é problema privativo do Senado: é questão do Legislativo, não do Executivo ou Militar; não é problema do Presidente da República ou das FFAA (art.52 da Constituição Federal);
  3. Que se o Senado não funciona ou é corrupto (certamente), isso é problema do povo de quem emana todo o poder (agora é hora de lembrar disso), e que o exerce por meio de seus representantes eleitos (VOTO!), – portanto os senadores que tratam privativamente do STF (ou deveriam tratar) são da responsabilidade do povo que os elegeu legitimamente – trata-se da licitude do voto (art. 1⁰ da Constituição Federal);
  4. Que o STM existe para julgar MILITARES nos crimes previstos em lei, não para realizar golpes e derrubar poderes instituídos legalmente (art. 124 da Constituição Federal).

Lembre-se, a pessoa não tem que concordar com você, mas admitir o que diz a lei. Não se trata de uma briga pessoal e disputas pela melhor narrativa ou discursos. Lei é lei. Quando não gostamos da lei, temos que reivindicar aos verdadeiros responsáveis que fazem leis para que as mude. É para isso que servem as eleições, para substituição dos parlamentares que não atendem as demandas do país e a voz do povo, de quem emana todo o poder por meio do voto. Não adianta disparar mísseis em outra direção.

Pare de dar ouvidos a quem gratuitamente ofenda os militares de frouxos (alguns podem até ser, ou traíras, ou mal caráter, como existem em todos os segmentos humanos) ou quem transfira a eles questões que competem ao Legislativo e ao povo nos tais vota, não ao Executivo ou Militares (artigos claríssimos acima).

Se a pessoa partir para ataques pessoais e negar esses fatos da Lei Magna, fica claro que não quer caminhar dentro das 4 linhas, sobre as quais o Chefe de Estado já cansou de falar, desenhar e explicar o desenho, mas insistem à margem da lei, portanto incitando à marginalidade, ilegalidade e ilicitude no caminho da revolução e golpe que é terrorismo.

Terrorismo, no Brasil, é crime imprescritível, inafiançável e insuscetível de graça presidencial. A quem interessa associar o nome do presidente da república e FFAA a golpes institucionais, terrorismo e outros atos ilegais?

Pergunta ao leitor: Você vai comprar e vender ideias que trafegam nessas vias, à margem da lei? Não gostou da lei? Mas a lei é a lei. Cobre-se de quem é eleito para fazer e editar leis!

Paremos de transferir a responsabilidade do pai da criança para o vizinho. Comecemos observar quem propaga tais ideias, não importa se é membro de grupo, cidadão comum, militar, medalhão, se fala grosso ou com voz sedutora, se é pastor, padre, político, seja lá quem for. Sendo candidato, pior ainda!

Se essa pessoa já veiculou absurdos ilegais, incitando o povo a cobrar coisas que competem ao Legislativo, mas insiste em transferir ao Executivo ou FFAA fora da legalidade (artigos citados acima), você vai realmente votar nessa pessoa? E quer consertar o Brasil votando em quem trafega por vias ilegais e lisos que transferem suas responsabilidades ao povão para cobrar do presidente e militares? Cuidado a quem você dá ouvidos e em quem irá votar. É o que nos compete instruir, ao azo de cidadania, patriotismo, legalidade, ordem e progresso!

Erramos enquanto povo, quando, por mais nobres que sejam nossos ideais e convicções de outro sistema de governo, fato é que hoje estamos em regime de república (com não poucos candidatos monarquistas precisando de um bom presidente republicano, assim como votos), cometemos grande mal, em rima, de boleto nacional, quando nos posicionamos como meros atiradores de pedras, diuturnamente, sem outro discurso perante qualquer tema, quando o que temos disponível para este exato momento é uma urna. Outros assuntos podem ser muito verdadeiros e importantíssimos, mas não para quem está às vésperas de eleição. Não há como não perguntar a cada pessoa (ninguém é neutro) “de que lado você está, aqui e agora, diante da urna?”. Apenas isso. Portanto, comete grave erro diante da nação brasileira qualquer que, por mais motivos virtuosos futuristas que tenha, prejudique aquele que seja a opção antibolchevique imediata. Em contrapartida, e ainda que não admita (nova rima incidental), palavras e atos que desfavorecem o indicado, favorecem automaticamente o desindicado, aquele que seja o maior inimigo e risco à nação, que é o sistema que matou múltiplas vezes milhares de pessoas no mundo mais do que o próprio holocausto, cujo poder ditatorial não admite outra expressão de fé a não ser no deus Estado.

Certamente, teremos dias maravilhosos, pois o Brasil é uma nação maravilhosa, com anos promissores em que nos remete ao Império do Brazil, quando era celeiro do mundo que enchia os olhos para a Terra Brasilis onde também mana leite e mel, e cujas realidades internacionais e potencial local apontam para esse vislumbre.

Quem vende a ideia de voto impresso auditável, sem contagem pública total dos votos, pretende que o povo compre, se acostume, e revenda a ideia de encrenca aditável. (encrenca, do iídiche “ein krenk”)

•Δαn βεrg•

Que tal evitar gastos aos cofres públicos (dinheiro do contribuinte) e demais embaraços particulares e sociais, de todo o país, e resolver a questão no primeiro turno? Qual é seu problema para isso? Não irá votar em um dos dois candidatos no segundo turno? Que tal resolver esse drama logo no início?

Novos arquivos e dados a serem adicionados e atualizados…

Fonte: TSE | Justiça Eleitoral | fence.com.br/curr%C3%ADculo-egf.html | TER-PR (vídeo) Tribunal Regional Eleitoral do Paraná | Fernando Baltazar – Vira News | Coronel Enio Fontenelle, plataforma pessoal

• Δαn ßεrg •

Escritor e ensaísta, rabiscos.

Carpe diem, frui nocte! Non dvcor, dvco!

Adsumus!

Envie para quem você ama!

  • Obrigado a você que compartilha o link desta matéria em seus grupos e redes sociais. Sabemos que algumas plataformas irão boicotar, por motivos óbvios – o que, de per si, já é um grande sinal! Ainda assim, prosseguiremos nosso trabalho.
  • Acesse gratuitamente todas as matérias de Dan Berg publicadas na plataforma Duna, Norway | Integração Cultural Brasil-Noruega [clique]
Print Friendly, PDF & Email

Dan Berg

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre atualidades sócio-políticas e econômicas da região.

Artigos relacionados

Um Comentário

  1. Pingback: Intervenção

Deixe um comentário

Botão Voltar ao topo
Translate »