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Pará: Laboratório de entorpecentes da Polícia Científica conquista conceito máximo

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A iniciativa foi organizada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Publica (Senasp).

O Laboratório de Instrumental, responsável pelas perícias da área de química forense da Polícia Científica do Pará (PCEPA), da sede em Belém, recebeu 100% de aprovação no I Ensaio de Proficiência de Identificação de Drogas. A iniciativa foi organizada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Publica (Senasp) que avaliaram os laboratórios de análises de química forense de todo o Brasil.

O ensaio destinado ao Laboratório de Instrumental da PCEPA, envolveu o recebimento de três amostras de substâncias químicas indeterminadas do Inmetro e MJSP, em que os peritos criminais do setor por meio dos modernos aparelhos e métodos científicos, tiveram que identificar o tipo da substância analisada. “A análise das peritas conseguiu identificar o tipo das três drogas enviadas, confirmada pelo ensaio que fizeram nosso laboratório receber 100% de aproveitamento e aprovação”, disse Carla Carvalho, gerente do Laboratório de Instrumental.

A nota máxima recebida no I Ensaio de Proficiência de Identificação de Drogas, do Inmetro e MJSP, indica a qualidade dos peritos criminais assim como a modernização do Laboratório de Instrumental, composto de equipamentos de última geração. “Nossos peritos possuem competência técnica, agora com certificação reconhecida pelo Inmetro e Ministério da Justiça. Não apenas isso, mas também mostra que a PCEPA possui modernos aparelhos de análises químicas que ajudam nas perícias de drogas”, declarou a perita Cecília Almeida, que participou do Ensaio.

Dessa forma, ainda de acordo com as peritas criminais, a nota máxima obtida no Ensaio dá mais credibilidade e confiabilidade aos laudos periciais oriundos das análises de drogas. “Essa certificação dá mais respaldo ao nosso trabalho, sendo útil para o sistema de segurança pública no combate às drogas, que precisa da prova técnica pericial para autuação nos casos de apreensão de entorpecentes”, completou a perita Nelyane Batista, que também participou do Ensaio.

Fonte: Agência Pará


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Wesley Lima

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre atualidades culturais, sócio-políticas e econômicas da região.

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