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Simone analisa empate com EUA e importância do banco para reação

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Após sair atrás no marcador, Seleção Feminina sub-17 reage com substituições e empata com Estados Unidos na Copa do Mundo. Treinador valoriza atuação e importância de um elenco forte.

O empate por 1 a 1 com os Estados Unidos foi a prova de que a Seleção Feminina sub-17 pode chegar longe na Copa do Mundo Feminina sub-17 FIFA Índia. Com grande atuação, principalmente no segundo tempo, quando criou as melhores chances de gol e teve a chance de vencer a partida, o time deixou uma boa impressão para a técnica Simone Jatobá, que enalteceu o poder de reação da equipe após sair atrás do marcador.

Um dos pontos levantados pela treinadora foi a importância do grupo. Ainda no primeiro tempo, a atacante Dudinha saiu com dores no tornozelo e deu entrada para a meio-campista Rebeca, que deu mais controle de jogo ao time. Além de Rebeca, as atletas Grazy, Juju, Rhaissa e Berchon também entrada na partida e receberam elogios de Simone.

“Não temos um time totalmente titular. A cada jogo vamos visualizando, fazendo as trocas e elas vão dando conta do recado, conquistando seu espaço. É um time muito igual no sentido de qualidade, de respeito tático e técnico. Estamos crescendo. Fico tranquila em olhar para o banco e saber que quem não começou o jogo, vai entrar no decorrer do jogo e vai dar conta do recado”, explicou.

O próximo jogo da Seleção Feminina sub-17 está marcado para segunda-feira (14), contra Índia, no Kalinga Stadium, em Bubanesvar. Para o confronto, Simone Jatobá vai analisar a adversária, mas reforçou a importância da disputa de posições entre as atletas.

“É uma competição saudável e que precisa existir. Eu preciso apoiar a minha parceira, mas no momento que tiver a oportunidade, precisa dar o máximo para conquistar o espaço. A gente vai analisando e elas vão conquistando seus espaços”.

Outro ponto mencionado por Simone Jatobá foi a capacidade de reação. Assim que sofreu o gol dos Estados Unidos, as atletas se reuniram no gramado para evitar um abalo diante do placar desfavorável. A reunião entre as jogadoras deu certo, com o gol de empate marcado por Carol, quatro minutos depois.

“A gente vem trabalhando isso com elas. É algo que a gente precisa fazer no momento de dificuldade. Nos momentos de dificuldades, nós pedimos para que elas se reúnam no campo e conversem rapidamente para se ajeitar. Em um momento dificuldade não pode cada uma ir para um lado do campo. Tem de se recompor e digerir tudo muito rápido. E quando elas se aglomeram, elas conseguem se acertar. Isso é extremamente importante e está começando a dar resultado”, analisou.

Fonte: CBF


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Wesley Lima

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre atualidades culturais, sócio-políticas e econômicas da região.

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