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The House Of The Dragon – Derivamarca 1×7

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O episódio testou a paciência do espectador em muitos aspectos, pois teve cenas em completa escuridão o que deixou quase impossível ver o que se passava. Tive de apagar a luz da sala para poder ver o que acontecia. – Tirando isso foi um episódio muito bom em muitos aspectos. E com muita história e me deixou com medo de estarem apressando a narrativa para caber tudo.

Pontos importantes

O episódio já começa com o enterro da esposa de Deamon, ela teve problemas de parto e se suicidou através do fogo de seu dragão fêmea. No enterro a tensão é palpável. Pois juntaram todos os personagens e seus problemas pessoais. E claro os julgamentos hipócritas feitos pela banda podre da série que são a Alicent, Criston Cole e Larys, Pé Torto o triângulo maldito. Deamon de luto não aceita a aproximação do rei seu irmão. E praticamente todos os personagens e movimentos feitos por eles gerou algum tipo de tensão e olhares.

As conversas foram difíceis e tensas em todos os aspectos, pois pareceram só aumentar amarguras, desilusões. – Mas a conversa entre Daemon e Rhaenyra, mostra o quanto ela está só e precisa do apoio do tio. Se o rei tivesse casado Deamon com Rhaenyra, muita dor e problemas teriam sido evitados.

O Roubo do dragão. Baela e Rhaena sofrem pela partida da mãe e são consoladas pela avó, enquanto o filho de Rhaenyra é ignorado solenemente. – O que acho péssimo, é que ela não se toca que a nora fez filhos com outro porque o dela não foi capaz.  E quando a noite cai o pior acontece, Vhagar, a dragão fêmea está sofrendo pela morte de sua segunda dona. E o pilantra do filho da Alicent, Aemond Targaryen segue a dragão e força sua presença. A Dragão reluta e luta, o testa e por fim cede o deixando ser seu novo montador.

Enquanto isso Daemon e Rhaenyra se entendem e fazem amor na praia fechando um círculo e uma aliança. – E como em toda reunião não pode faltar, ocorre uma briga violenta entre as crianças. As Filhas de Daemon e Laena se unem com os filhos de Rhaenyra e reclamam a posse sobre Vhagar. – Entre insultos e empurrões surge uma faca e o filho de Rhaenyra defende o irmão e fere Aemond furando seu olho.

No salão todas as famílias se reúnem para apurar o que aconteceu. Alicent ignora as ordens do rei e exige justiça para o filho ferido. Aemond insulta os primos de bastardos e o caldo entorna feio. Toda a tensão represada vem à tona.

Alicente exige um olho de um dos filhos de Rhaenyra e manda Criston Cole pegar. – Gente vocês não fazem ideia de como essa cena foi perfeita. – As máscaras caíram e os dois lados ficaram definidos. E quando Alicent tira a adaga da cintura do rei e investe sobre Rhaenyra a coisa fica feia, mas clara como água, pois Alicente fala dos seus “sacrifícios” e deixa claro quem é, o que sente, e como é falsa. Daemon segurou o odioso Criston Cole e que juro que queria que ele tivesse dados uns socos nele. Pois ele queria investir contra Rhaenyra para defender a Alicent.

No fim a conversa entre Daemon e Rhaenyra sobre Laenor, e a trama para que ela possa ficar viúva fecha com chave de ouro o episódio. E marca a guerra que está por vir. – Minha nota? Cinco beijos de fogo.

Escute a resenha aqui:

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Nazareth Fonseca

Nazareth Fonseca é escritora e jornalista e já conta com dez livros publicados, entre eles a série Alma e Sangue. Aficionada em filmes, séries e livros gosta de escrever sobre tudo que lê e assiste.

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