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Reformulada, Seletiva Nacional de Judô inicia novo processo de formação da equipe principal para 2023

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Competição reunirá cerca de 200 judocas brasileiros, neste final de semana, no ginásio da Sogipa, em Porto Alegre (RS).

Com a temporada 2022 se aproximando do fim, as atenções do judô brasileiro se voltam para a última competição sênior do calendário da CBJ, a Seletiva Nacional de Judô – Projeto Paris 2024. Com novo sistema de disputa, a competição reunirá cerca de 200 judocas no ginásio da Sogipa, em Porto Alegre, nos dias 12 e 13 de novembro, e marcará o início do processo de formação da seleção brasileira de judô para 2023.  

“Neste ano, o campeão e a campeã de cada categoria na Seletiva conquistarão o direito de representar o Brasil em uma competição internacional no início de 2023. Essa competição será definida pela comissão técnica da seleção brasileira de acordo com o nível técnico de cada atleta, podendo ser um Grand Prix, um Open com treinamento ou um Grand Slam. É o que chamamos de investimento adequado”, explica Marcelo Theotonio, gerente de Alto Rendimento da CBJ.  

Para esse ano, o que muda na apuração dos campeões é a segunda fase da competição. Até o ano passado, os dois finalistas e os dois terceiros colocados da fase eliminatória (chave) faziam um quadrangular final para definir o campeão.  

Agora, a segunda fase será formada pelos quatro classificados pela chave mais os campeões do Troféu Brasil e do Campeonato Brasileiro, que não precisarão lutar a primeira fase. Assim, nas categorias que tiverem seis atletas na segunda fase, serão sorteados dois grupos de três atletas que se enfrentarão em formato de rodízio (todos contra todos). A final será entre os dois melhores de cada grupo. Caso a categoria tenha 5 atletas na segunda fase, eles se enfrentarão diretamente por rodízio, sem divisão de grupos.  

Atletas já garantidos na seleção em 2023 

A Seletiva é uma das portas de entrada para a equipe principal e quem chega lá precisa alcançar as metas de rendimento estipuladas pela Confederação. Por meritocracia, quem atendeu aos critérios seguirá recebendo investimento no ano que vem e não precisará lutar a Seletiva. É o caso dos medalhistas olímpicos de Tóquio 2020, dos atletas que ficaram até a 7ª colocação no Campeonato Mundial de Tashkent, neste ano, e dos atletas que ficaram até a 17ª colocação no ranking mundial após o Mundial.  

Dessa forma, se mantiveram na zona de investimento da CBJ e foram dispensados da Seletiva os seguintes atletas: Larissa Pimenta (7º no Mundial), Rafaela Silva (campeã mundial 2022), Ketleyn Quadros (4º no ranking mundial), Maria Portela (8º no ranking mundial), Mayra Aguiar (bronze em Tóquio e campeã mundial 2022), Beatriz Souza (vice-campeã mundial 2022), Willian Lima (10º no ranking mundial), Daniel Cargnin (bronze em Tóquio e no Mundial 2022), Guilherme Schimidt (4º no ranking mundial), Rafael Macedo (17º no ranking mundial), Marcelo Gomes (7º no Mundial 2022), Rafael Buzacarini (15º no ranking mundial) e Rafael Silva (6º no ranking mundial).  

Fonte: CBJ


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Wesley Lima

Colunista associado para o Brasil em Duna Press Jornal e Magazine, reportando os assuntos e informações sobre atualidades culturais, sócio-políticas e econômicas da região.

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